Moro trabalhou para o FBI

Via Voz Operária

Segundo reportagem do site The Intercept, o FBI e o Departamento de Estado dos EUA atuaram em conluio com a máfia da Lava-Jato para fraudar processos. 

Desde 2014, ao menos 15 agentes do FBI cometeram crimes dentro do território nacional, espionando empresas e cidadãos brasileiros, supostamente sem consentimento do Estado Brasileiro, para posteriormente municiar os processos fraudulentos do cartel de Curitiba. 

Os objetivos da máfia da Lava-Jato e do FBI eram derrubar o governo democraticamente eleito da Presidenta Dilma Rousseff, promover uma mudança violenta de regime, destruir empresas e, em seguida, roubar o patrimônio nacional. Empresas como a Odebrecht, Andrade Gutierrez, Petrobrás, Embraer e outras foram atacadas e pilhadas pelos piratas norte-americanos.

Devido às ações da Lava-Jato e FBI, o Brasil foi mergulhado na mais profunda crise econômica de sua história. Hoje, 50% da força de trabalho brasileira está desempregada e no Rio de Janeiro cerca de 2,1 milhões perderam empregos. 

A parceria criminosa com o Departamento de Estado dos EUA extorquiu empresas, forçando-as a assinar acordos de leniência no valor total de U$ 11 bilhões. 

No ano de 2019, The Intercept evidenciou que o ex-ministro Sérgio Moro e procuradores da Lava-Jato combinaram sentenças e cometeram outras ilegalidades. Todo esse largo histórico de crimes reforça a necessidade da anulação de todos os processos da Lava-Jato, em especial do Presidente Lula. 

Sem a intervenção da máfia, o miliciano jamais teria sido eleito. As evidências da interferência norte-americana no processo eleitoral retiram qualquer legitimidade da eleição de 2018, por obviamente fraudadas.

A máfia da Lava-Jato estendeu seus tentáculos por outros países na América Latina, perseguindo a esquerda, quebrando empresas e sustentando outros golpes de Estado. Chile, Equador, Peru, Guatemala e outros países acumulam uma profunda crise econômica, social e política por conta das ações criminosas da Lava-Jato, o braço colonial do FBI. 

O Brasil foi vítima de um ato de guerra. A diferença com outras guerras é que para aqui os Estados Unidos não precisaram mandar seus marines: o Exército inimigo são nosso próprio Exército, a imprensa colonial e o judiciário.

As Instituições, tais como Congresso, Senado e STF, permanecem caladas diante das denúncias, mostrando a locuplência das Instituições com os crimes. Afinal, o golpe foi “com Supremo, com tudo”. A imprensa colonial seque censurando as denúncias contra a Lava-Jato, tentando manter o Estado policial fascista que emergiu com essa operação criminosa e deixando clara a farsa da luta contra as “noticias falsas”. 

A preocupação da imprensa colonial, em especial a Rede Globo, com a “democracia” é outra farsa, que serve unicamente para trilhar o poder da direita e a perseguição ao povo. A autodeclarada “Frente Ampla”, que reúne meia dúzia de pelegos e neoliberais, segue fazendo ouvidos surdos diante das denúncias. Esses dissimulados sequem alimentando a farsa de uma democracia que não existe, pois eles mesmo derrubaram a democracia com o golpe de 2016.

Desde 2016, o editorial da Voz Operaria apontou a importância de defender a anulação de todas as sentenças da operação golpista Lava-Jato. Qualquer preocupação verdadeira com a democracia deve, em primeiro lugar, expor a necessidade de anular todos os processos da Lava-Jato e o fim da operação. Porém, nesse cartel de neoliberais, os direitos legítimos e legais do Presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores não têm vez. 

Nem mesmo as leis autoritárias da Ditadura são seguidas pela Lava-Jato. Por isso, somente a organização dos trabalhadores e a luta de massas podem levar à anulação de toda essa farsa iniciada pelo impeachment sem crime contra a Presidenta Dilma. Porque os ministros golpistas do STF têm como última preocupação a democracia e querem apenas sustentar esse golpe que esmaga a população. 

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