O “G” em “BTG” é de Guedes, do Paulo Guedes

O banco BTG Pactual, que tem como dono Paulo Guedes, comprou do Banco do Brasil por apenas 370 milhões de reais uma carteira de crédito cujo valor de mercado é de mais de 3 bilhões de reais. Um assalto comum.

O “G” em “BTG” é de Guedes, do Paulo Guedes, Ministro da economia do Bolsonaro.

Um juiz do Rio de Janeiro da 32ª Vara Cívell censurou o JornalGGN, do jornalista Luis Nassif, por publicar essa informação. Mais ainda: a decisão impede que o jornal publique qualquer informação sobre o banco. É simplesmente censura prévia.

Ah, se fosse na Venezuela…

Evidente que nenhum jornal e nenhum jornalista da mídia corporativa defenderá a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão nesse cado. Pelo contrário, para defender os direito de entregar o patrimônio público aos banqueiros é mais fácil que os jornalões se juntem no ataque do Estado contra o jornalista.

Nas redes, os liberais já soltam os cães de guarda bolsonaristas para atacar todos aqueles que questionam mais essa doação aos banqueiros. O liberal bolsonarismo explica como é ótimo para o país que um patrimônio de um banco público seja dado para um banqueiro que por coincidência é o ministro da economia.

Nada disso será chamado de “corrupção”. Corrupto só o jornalista que denunciou.

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